Saiba como controlar a movimentação das aplicações financeiras

No Sistema IDEAGRI, a gestão da movimentação das aplicações financeiras pode ocorrer em três níveis: macro, intermediário e detalhado. A seleção do formato ideal deve ser conforme as demandas do gestor, bem como a estrutura de lançamentos na propriedade. Veja, nesta dica, a explicação de cada nível e selecione aquele mais apropriado ao seu negócio.

 

 

GESTÃO DAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS

Nível Macro
Controle das movimentações entre a Conta 'corrente' e a Conta 'aplicação'. O foco é a conciliação bancária, por permitir a rápida identificação das entradas e saídas de recursos (com data e valor).
Nível Intermediário
Além do controle das movimentações entre as contas, este tipo de gestão permite a identificação da origem dos rendimentos, que são as chamadas receitas financeiras (não oriundas das atividades operacionais).
Nível Detalhado
O controle é realizado em mais etapas, porém, como resultado, além da conciliação bancária e da identificação das receitas não operacionais, o gestor também acompanha os valores que são pagos em despesas bancárias e impostos incidentes sobre as aplicações.

Confira também a dica: 


GESTÃO 'MACRO' DAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS

Controle das movimentações entre a Conta 'corrente' e a Conta 'aplicação'. O foco é a conciliação bancária, por permitir a rápida identificação das entradas e saídas de recursos (com data e valor). Na conciliação da Conta ‘corrente’, as entradas equivalem ao “resgate” do investimento e, as saídas, à “aplicação” do investimento.

ETAPAS

(1) Cadastramento das contas

Na definição da estrutura de gerenciamento no Sistema IDEAGRI, o usuário deve criar as contas, através do Menu ‘Cadastros’, Botão ‘Conta corrente’. Por padrão, o sistema traz uma conta ‘Tesouraria’ do Tipo ‘Caixa’, destinada à movimentação não bancária. Sendo, portanto, necessário criar contas do Tipo ‘Bancária’. Para tal:

- Basta clicar em INCLUIR, preencher os campos (obrigatórios são destacados em amarelo) e clicar em GRAVAR.

Em nosso exemplo, criamos uma conta corrente (Exemplo 1) e uma conta destinada às aplicações (Fundo 1).

(2) Transferência bancária

Como o objetivo deste tipo de controle é viabilizar a conciliação da Conta ‘corrente’, ou seja, garantir que o valor que consta no banco seja igual ao que consta no sistema, as saídas de valores desta conta (as aplicações) e as entradas (os resgates) devem ser contabilizados. A rotina que inclui tais movimentações na conta corrente é acessada no Menu ‘Gestão’, Botão ‘Transferência bancária’. Para tal:

- Basta clicar em INCLUIR, preencher os campos (obrigatórios são destacados em amarelo) e clicar em GRAVAR.

Em nosso exemplo, fizemos: a) uma aplicação (debitando da Exemplo 1 e creditando na Fundo 1) de R$ 1.000,00, no dia 01/02/16; b) um resgate (debitando da Fundo 1 e creditando na Exemplo 1) de R$ 500,00, no dia 20/02/16.

(3) Auditoria

O objetivo final deste controle pode ser alcançado através do Relatório ‘Extrato bancário’.

Em nosso exemplo, no extrato emitido pelo banco consta um saldo, em 28/02/16, de R$ 4.000,00, com movimentações: de saída no dia 01/02 (aplicação) e no dia 10/02 (compensação de cheque); de entrada no dia 20/02 (resgate). O relatório emitido pelo sistema também apresenta as mesmas movimentações, o que não seria possível se as transferências bancárias referentes à aplicação e ao resgate não tivessem sido registradas.


GESTÃO 'INTERMEDIÁRIA' DAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS

Além do controle das movimentações entre as contas, este tipo de gestão permite a identificação da origem dos rendimentos, que são as chamadas receitas financeiras (não oriundas das atividades operacionais). As etapas realizadas na gestão ‘macro’ também são realizadas neste tipo de gestão, porém, com um acréscimo: 

ETAPAS

(1) Cadastramento das contas

(2) Transferência bancária

(2.1) Controle de entradas na Conta ‘aplicação’

A diferença entre a gestão ‘macro’ e a ‘intermediária’ está no controle da entrada dos rendimentos (líquidos - isto é, descontados os impostos) na Conta ‘aplicação’. Dessa forma, o gestor poderá identificar a origem de valores creditados nas finanças. Para tal:

- Acesse o Menu ‘Gestão’, Botão ‘Receitas’.

- Clique em INCLUIR e preencha os campos obrigatórios. Por exemplo: S/N (núm. documento); data efetiva da entrada dos rendimentos (data de emissão e saída).

- No Campo ‘Itens’, clique em ‘+’. Por exemplo, preencha os campos obrigatórios: Rendimento de aplicação (serviço); 1 (quantidade); 100,00 (valor total); Centro de custo não produtivo; 2.03.01 Rendimentos de aplicação / Financeira / Receita (conta gerencial). 

DICA: No lançamento da primeira receita, será necessário incluir um serviço para ser sempre usado: 

- No Campo ‘Recebimentos’, clique em ‘+’. Os campos básicos (parcela, data de vencimento e valor) serão preenchidos. Em nosso exemplo, completamos com as informações: 15/02/16 (data de recebimento e compensação); Fundo 1 (este é o ponto principal e que permite a gestão intermediária das aplicações. 

(3) Auditoria

Além do acompanhamento do Relatório 'Extrato bancário', o gestor pode gerar o Relatório 'Movimentação financeira por conta gerencial' da Conta 'aplicação'.

 


GESTÃO 'DETALHADA' DAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS

O controle é realizado em mais etapas, porém, como resultado, além da conciliação bancária e da identificação das receitas não operacionais, o gestor também poderá acompanhar os valores que são pagos em despesas bancárias e impostos incidentes sobre as aplicações. As etapas realizadas na gestão ‘macro’ e 'intermediária' também são realizadas neste tipo de gestão, porém, com mais um acréscimo:

ETAPAS

(1) Cadastramento das contas

(2) Transferência bancária

(2.1) Controle de entradas na Conta ‘aplicação’

(2.2) Controle de saídas da Conta 'aplicação'

A diferença entre a gestão ‘intermediária’ e a ‘detalhada’ está no controle da saída de valores referentes a impostos incidentes na Conta ‘aplicação’. Dessa forma, o gestor poderá identificar a destinação de valores debitados nas finanças. Para tal:

- Acesse o Menu ‘Gestão’, Botão ‘Despesas’.

- Clique em INCLUIR e preencha os campos obrigatórios. Como será necessário informar um fornecedor, o usuário pode, por exemplo, cadastrar a própria instituição financeira (Banco Exemplo 1) 

- No Campo ‘Itens’, clique em ‘+’. Por exemplo, preencha os campos obrigatórios: Imposto sobre aplicação (serviço); 1 (quantidade); 10,00 (valor total); Centro de custo não produtivo; 2.08.04 Impostos diversos (conta gerencial). 

DICA: No lançamento da primeira despesa, será necessário incluir um serviço para ser sempre usado: 

- No Campo ‘Pagamentos’, clique em ‘+’ e preencha os campos. Em nosso exemplo, completamos com as informações: 28/02/16 (em relação às datas); e Fundo 1 (este é o ponto principal e que permite a gestão intermediária das aplicações. 

(3) Auditoria

Veja como ficou o Relatório 'Movimentação financeira por conta gerencial' da Conta 'aplicação', na gestão 'detalhada':